O Rio Grande do Sul tem uma música que é considerada como seu segundo Hino. Para alguns poderia até ser ela mesmo o seu hino. Leonardo compôs Céu, Sol Sul uma música que canta as belezas do Estado e a crava que aqui é um lugar para “viver sem chorar”. Difícil saber o quão triste ficaria Leonardo ao ler que as pessoas estão deixando a terra onde “tudo o que se planta cresce”.
Segundo estudo apresentado pelo Departamento de Economia e Estatística (DEE); órgão do Governo do Estado do RS, a população do Rio Grande do Sul está diminuindo. A taxa de diminuição 0,12% em 2018.
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Fonte: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2019/07/15/crescimento-populacional-diminui-no-rio-grande-do-sul-aponta-estudo-migratorio.ghtml |
Não foi exatamente o índice que me chamou a atenção na reportagem, mas sim o motivo. As trocas migratórias. Isso quer dizer que mais pessoas deixaram o Estado do que as que vieram morar aqui.
Reflexo disso é que o Rio Grande do Sul baixou a sua participação na população nacional. Isso quer dizer entre outras coisas que podemos perder verbas que sejam baseadas na população, por exemplo.
Ainda mais grave é que a população que deixa o Estado é em sua maioria compostas pelos jovens. A canção de Leonardo tem um verso que diz “Ver os campos cheios de crianças
Sorrindo felizes a cantar”. A seguir o processo atual esta será apenas uma lembrança.
A baixa taxa de fecundidade aliada ao já exposto está transformando o RS em um Estado majoritariamente de idosos. Isso é preocupante na questão da produtividade, visto que são os Jovens em sua maioria que trabalham e que fazem girar a roda econômica.
Não é difícil de intuir por que existe este movimento. O Rio Grande do Sul que da certo tem nome. Dupla GRENAL, fora disso somos desastrosos e as vezes até mesmo a dupla é desastrosa.
Nem mesmo a máxima de que passar em concurso público resolve a nossa vida é respeitada aqui. Notemos que o Estado paga parcelado já há dois Governos. O Município de Porto Alegre e mais um punhado deles também lança mão de parcelamentos.
O fato é que estas mudanças podem levar nossa economia a situações ainda piores a partir de agora. Esperamos que nossos líderes possam nos guiar para alternativas de superação dessa situação e que voltemos a cantar com orgulho “o que mais floresce é o amor”.
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