HÁ VÁRIAS VERSÕES PARA A MORTE DO CARTUNISTA E DE SEU FILHO.
Mesmo tendo lido poucas tiras do Geraldão eu o adorava. Lembro que vinham tiras dele na revista "CHICLETE COM BANANA".
Geraldão sempre estava com muita comida e bebida nas mãos. Um cara completamente largado, vivia com a mãe com a qual tinha uma relação muito estranha. Curioso que quem lia as tiras do Geraldão dizia que isso não existia, mas juro por tudo que eu conheci uma pessoa assim.
As tiras do Glauco não eram apenas engraçadas, relatavam situações que realmente existiam e existem na nossa sociedade. Glauco, dessa forma, mostrava uma realidade que muitos diziam não existir.
Abaixo reproduzo a notícia sobre as diversas versões para a morte de Glauco.
Fonte:ZEROHORA.COM COM AGÊNCIAS"
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Polícia paulista ainda não encontrou versão exata para morte de Glauco
Até o momento, há três vertentes para o crime
Atualizada às 18h54min
A Polícia de São Paulo ainda não conseguiu chegar a uma versão exata para a morte do cartunista Glauco Villas Boas, 53 anos, e do seu filho Raoni Villas Boas, de 25 anos, mortos a tiros na madrugada desta sexta-feira. O crime ocorreu na casa de Glauco, em Osasco, na Grande São Paulo. Até o momento, há três versões para o crime.
A morte do cartunista causou comoção no meio cultural brasileiro. Até mesmo o presidente Lula se manifestou a respeito do caso.
— Glauco foi um grande cronista da sociedade brasileira, entendia os usos e costumes da nossa gente e expressava isso com inteligência e humor — afirmou Lula.
Veja a seguir as três possibilidades que podem ter desencadeado o crime.
Versão recente
A mais recente versão para o crime, divulgada pela Polícia, é que pai e filho foram baleados quando Glauco tentava impedir o suspeito do crime, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, 24 anos, de se matar. Nunes fugiu após o crime e a Polícia segue procurando por ele. O suspeito era conhecido da família e tinha acesso à residência.
O cartunista havia fundado a Igreja Céu de Maria, que era inspirada nos cultos do Santo Daime. Nunes seria membro da Igreja, mas estava afastado dos cultos havia cerca de seis meses.
O delegado responsável pelo caso afirmou que os tiros foram dados no terreno do imóvel onde Glauco morava com a família. Em um primeiro momento, o suspeito teria apontado a arma para a própria cabeça. Ao tentar impedir que ele atirasse, o cartunista foi atingido. Em seguida, seu filho também foi alvejado.
Segunda versão
A versão dada pelo advogado da família, Ricardo Handro, foi divulgada logo após o crime. Conforme seu relato, o cartunista e o filho teriam sido mortos durante uma suposta tentativa de assalto. Nesta primeira versão dois homens armados teriam invadido a casa da família.
Segundo Handro, os homens teriam rendido a filha do cartunista quando ela tentava entrar em casa anunciando que levariam toda a família. O cartunista e a mulher teriam sido agredidos diversas vezes. Depois de uma negociação, Glauco teria convencido os bandidos a levá-lo, aparentemente, para sacar dinheiro.
O filho do cartunista teria chegado no momento que os bandidos saíam com Glauco da casa. Depois de uma discussão, os assaltantes atiraram no pai e no filho e fugiram.
Primeira versão
No boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito Policial de Osasco, consta que três homens atiraram em Glauco e no filho dele na Estrada de Portugal. O boletim, de homicídio simples, não deixa claro se o crime foi na casa do cartunista ou perto dela. Ainda segundo o registro, uma terceira pessoa estava com as vítimas, mas não foi atingida.
O crime teria acontecido durante uma discussão entre o suspeito e o cartunista. Segundo o delegado responsável pelo caso, o suspeito era conhecido da família e tinha acesso à residência. “Todas as testemunhas apontam que essa pessoa discutiu com o Glauco”, disse o delegado.
Carreira
Paranaense, Glauco começou a carreira no começo dos anos 1970, publicando tiras no Diário da Manhã. Entre seus principais personagens estão Geraldão, Cacique Jaraguá, Nojinsk, Dona Marta, Zé do Apocalipse, Doy Jorge, Ficadinha, Netão e Edmar Bregman. Desde 1984, Glauco publicava tiras na Folha de S. Paulo."
A morte do cartunista causou comoção no meio cultural brasileiro. Até mesmo o presidente Lula se manifestou a respeito do caso.
— Glauco foi um grande cronista da sociedade brasileira, entendia os usos e costumes da nossa gente e expressava isso com inteligência e humor — afirmou Lula.
Veja a seguir as três possibilidades que podem ter desencadeado o crime.
Versão recente
A mais recente versão para o crime, divulgada pela Polícia, é que pai e filho foram baleados quando Glauco tentava impedir o suspeito do crime, Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, 24 anos, de se matar. Nunes fugiu após o crime e a Polícia segue procurando por ele. O suspeito era conhecido da família e tinha acesso à residência.
O cartunista havia fundado a Igreja Céu de Maria, que era inspirada nos cultos do Santo Daime. Nunes seria membro da Igreja, mas estava afastado dos cultos havia cerca de seis meses.
O delegado responsável pelo caso afirmou que os tiros foram dados no terreno do imóvel onde Glauco morava com a família. Em um primeiro momento, o suspeito teria apontado a arma para a própria cabeça. Ao tentar impedir que ele atirasse, o cartunista foi atingido. Em seguida, seu filho também foi alvejado.
Segunda versão
A versão dada pelo advogado da família, Ricardo Handro, foi divulgada logo após o crime. Conforme seu relato, o cartunista e o filho teriam sido mortos durante uma suposta tentativa de assalto. Nesta primeira versão dois homens armados teriam invadido a casa da família.
Segundo Handro, os homens teriam rendido a filha do cartunista quando ela tentava entrar em casa anunciando que levariam toda a família. O cartunista e a mulher teriam sido agredidos diversas vezes. Depois de uma negociação, Glauco teria convencido os bandidos a levá-lo, aparentemente, para sacar dinheiro.
O filho do cartunista teria chegado no momento que os bandidos saíam com Glauco da casa. Depois de uma discussão, os assaltantes atiraram no pai e no filho e fugiram.
Primeira versão
No boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito Policial de Osasco, consta que três homens atiraram em Glauco e no filho dele na Estrada de Portugal. O boletim, de homicídio simples, não deixa claro se o crime foi na casa do cartunista ou perto dela. Ainda segundo o registro, uma terceira pessoa estava com as vítimas, mas não foi atingida.
O crime teria acontecido durante uma discussão entre o suspeito e o cartunista. Segundo o delegado responsável pelo caso, o suspeito era conhecido da família e tinha acesso à residência. “Todas as testemunhas apontam que essa pessoa discutiu com o Glauco”, disse o delegado.
Carreira
Paranaense, Glauco começou a carreira no começo dos anos 1970, publicando tiras no Diário da Manhã. Entre seus principais personagens estão Geraldão, Cacique Jaraguá, Nojinsk, Dona Marta, Zé do Apocalipse, Doy Jorge, Ficadinha, Netão e Edmar Bregman. Desde 1984, Glauco publicava tiras na Folha de S. Paulo."

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